Archive for November, 2010

First Annual Team Retreat a blessed time

Our team had our first annual team retreat this last weekend. It’s seems weird  to begin these traditions with our team, but also wonderful. It’s still hard to believe that we are actually living overseas.

We took the opportunity to enjoy some R&R at a dairy farm. We spent lots of time playing with the kiddos, strolling through the farm, riding on a tractor, drinking fresh milk and yogurt, and playing our favorite team board games. It was a good time of just enjoying each other. It was also a time to truly worship God. We looked back at our team through the years and told each other again the stories of how mightily God worked. We shared our present burdens and our future dreams. We sang, we prayed, we cried, we laughed… we were amazed at what God has done for us and in us.

Our team (and the wonderful babysitters)
Our team (and the wonderful babysitters)
Tractor ride!
Tractor ride!
And on that farm they had a cow, E-I-E-I-O, with a moo, moo...
And on that farm they had a cow, E-I-E-I-O, with a moo, moo...

Halloween! It was a zoo!

For missionaries, celebrating American holidays is a special time to feel connected with everyone back home, but it often requires some creativity! In Portugal, our whole team joined in the hunt for some nice, orange pumpkins (which we finally found), the kids wore homemade costumes, we trick-or-treated from door-to-door inside the Campbell’s apartment, and Tosta-Mista man (Grilled cheese sandwich man) came to visit! It was a lot of fun, and it was the first time trick-or-treating for Efesson, Biruk, Eliana, and Stephen. We all enjoyed seeing them learn the ropes. Efesson was very indignant when I offered him a (gummy) hamburger,  but was quite happy when I told him it was candy. We’re looking forward to celebrating Thanksgiving and Christmas together.

Our little troop

My little gorilla and zebra
My little gorilla and zebra
Tosta Mista Man
Tosta Mista Man

Psalm 119, in Portuguese

A month and a half has past since I delivered my first Bible lesson in Portuguese, and yesterday I had the opportunity to teach a second time.  Same setting – Thursday night prayer group at the Lisbon Church of Christ, a group of people who are becoming more and more dear to us.  This time I taught a lesson from Psalm 119.  Here’s the script.  We also got some video of it, so I might think about posting that up sometime.  No promises, though.

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Eu gosto muito de orar com a família de Deus! É maravilhoso ouvir as coisas que saem do coração de cada pessoa. Estou também sempre encorajado quando ouço a fé que os filhos de Deus têm. Por isso, eu gosto profundamente de assistir a estas reuniões às Quintas.

Mas, as vezes, eu pergunto a mim mesmo se nós, ao seguirmos sempre o mesmo método de oração, não ficamos presos a uma rotina, confortáveis demais. Era assim comigo e com a Katie no princípio quando chegámos cá em Portugal, enquanto estávamos a ficar familiarizados com a cidade. Encontrávamos uma rota, da casa para a igreja, por exemplo, e sempre usávamos a mesma rota, porque era fácil. Todavia, havia muitas outras partes da cidade que nunca descobrimos, muitas coisas interessantes que nunca vimos, porque sempre seguimos o mesmo caminho. Igualmente, o mundo de oração é um mundo fantástico de explorar, pois é a nossa conversa com o Deus vivo. Enquanto a nossa relação com Deus crescer, há sempre mais para explorar com Ele, e mais para falar com Ele.

Então, para nos ajudar a crescer em oração, vamos ler uma oração na Bíblia, no Salmo 119. O capítulo é bastante longo, o mais longo da Bíblia, mas leremos apenas duas ou três partes. Vamos começar com versos 33 a 40 do Salmo 119. Em vez de lermos um versículo cada um, eu já pedi ao Navarro para ler a passagem inteira, para que possamos sentir o ritmo do salmo.

Salmo 119:33-40
33 Ensina-me, ó SENHOR, o caminho dos teus estatutos, e guardá-lo-ei até o fim.
34 Dá-me entendimento, e guardarei a tua lei e observá-la-ei de todo o coração.
35 Faze-me andar na verdade dos teus mandamentos, porque nela tenho prazer.
36 Inclina o meu coração a teus testemunhos e não à cobiça.
37 Desvia os meus olhos de contemplarem a vaidade e vivifica-me no teu caminho.
38 Confirma a tua promessa ao teu servo, que se inclina ao teu temor.
39 Desvia de mim o opróbrio que temo, pois os teus juízos são bons.
40 Eis que tenho desejado os teus preceitos; vivifica-me por tua justiça.

Toda esta parte é uma oração, uma petição, não é? O que é que o salmista está a pedir a Deus? Ele pede que Deus o ajude a conhecer e a obedecer a Palavra de Deus. Não pede saúde ou protecção contra os inimigos, como em outros salmos, mas pede para ser capaz de cumprir os mandamentos de Deus. Vamos ver outra vez. Esta passagem tem muitos nomes para a Palavra de Deus; realmente, tem um nome diferente em todos os versos. No verso 33 é “teus estatutos” ou “teus decretos”, dependente da vossa versão, “tua lei” no 34… vocês podem continuar… o que é no 35? Sim, “teus mandamentos” no 35, “teus testemunhos” ou “teus estatutos” no 36, “teu caminho” no 37, “tua promessa” no 38, “teus juízos” ou “tuas ordenanças” no 39, e “teus preceitos” no 40. Todas estas palavras são meios poéticos para referir à Palavra de Deus.

Esta passagem confronta-nos com uma pergunta simples: quantas vezes é que nós oramos que Deus nos ajude a aprender e a seguir a Palavra dEle? Para mim mesmo, a resposta é, não muitas vezes, excepto talvez em orações formais na igreja. Geralmente, diariamente, as minhas orações incluem pedidos sobre a minha família, ou a nossa equipa, ou vistos, ou a aprendizagem do português, ou qualquer coisa. Às vezes, eu oro que Deus me guarde do pecado, que Deus me ajude a viver duma maneira que o glorifique. Mas de facto raramente oro que Deus me ensine a Palavra dEle. Talvez isso seja o caso convosco também. Porque é que nós não oramos tanto pelo conhecimento da Bíblia, como o salmista?

Talvez seja porque nós não percebemos, no nível mais profundo, a importância da Palavra de Deus para as nossas vidas. O autor deste salmo percebeu muito bem. Por exemplo, ele perguntou, “Como pode o jovem manter pura a sua conduta?” E vocês lembram-se da resposta? Voltem para o versículo 9, e alguém leia versículos 9 a 11 para nós, faz favor. Quem é que quer ler esta passagem?

Salmo 119:9-11
9 Como purificará o jovem o seu caminho? Observando- o conforme a tua palavra.
10 De todo o meu coração te busquei; não me deixes desviar dos teus mandamentos.
11 Escondi a tua palavra no meu coração, para eu não pecar contra ti.

Então, “Como pode o jovem manter pura a sua conduta?” Vivendo de acordo com a Palavra de Deus. O salmista sabia que, sem conhecimento profundo da Palavra de Deus, era impossível viver duma maneira que agradasse a Deus. Por isso disse, “Guardei no coração a tua Palavra, para não pecar contra ti.” Provavelmente, isso quer dizer que ele memorizou a escritura. Poucos versos depois, no verso 15, fala de meditar nos mandamentos de Deus, ou seja, ponderar e reflectir muito sobre as coisas que Deus diz. O salmista sabia muito bem que a Palavra de Deus é essencial para a vida verdadeira, e por isso passou muito tempo lendo, memorizando, e reflectindo nela.

Mas há mais. Para o salmista, os mandamentos de Deus eram mais do que só ferramentas para a vida. Eram a alegria do coração. Alguém podia ler verso 97 para nós? E depois, outra pessoa leia verso 103, por favor.

Salmo 119:97, 103
97 Oh! Quanto amo a tua lei! É a minha meditação em todo o dia!
103 Oh! Quão doces são as tuas palavras ao meu paladar! Mais doces do que o mel à minha boca.

Parecem uma canção de amor, não é? Realmente, é! O autor do salmo está apaixonado pela lei de Deus. Muitas partes deste longo salmo são como poemas de amor pela Palavra de Deus. Parece estranho para os nossos ouvidos. Normalmente fala-se da lei como um fardo pesado, ou como algo que limita a liberdade. Na igreja, muitas vezes falamos da lei como de algo que se opõe à graça. Lei, não; graça, sim. Mas o salmista achou que a lei era uma extraordinária prova da graça do Senhor. Por causa do Seu grande amor por nós, Ele deu-nos o dom magnífico da Sua lei. Portanto, cheio de amor por Deus, o salmista sentia-se também cheio de amor pela Palavra de Deus.

Então, devemos perguntar a nós próprios se os nossos corações também estão cheios de amor pela Palavra de Deus. Se a resposta for “não,” devemos habituar-nos a orar que Deus nos encha com este amor, este desejo, pela Palavra dEle. Façamos disso a nossa oração quotidiana, e também eu peço que comecemos a orar hoje com esta petição.